sábado, diciembre 01, 2007

El Video de la Agersividad Política en Venezuela


En el enlace de arriba aparece la agresividad política en las manifestaciones de protestas.... lo cual si gana el referendum constitucional se agravará lamentablemente...

Cobertura especial sobre Chávez


En el enlace de arriba aparece un resumen de esa cobertura.

La triste y dramática carta de Ingrid Betancourt

BOGOTA (Reuters) - Parte de la prueba de vida de la ex candidata presidencial colombiana Ingrid Betancourt, una carta que escribió en la selva y que fue publicada el sábado, es un conmovedor mensaje en el que relata la tragedia de su secuestro y confiesa que está desfalleciendo lentamente.

"Durante muchos años he pensado que mientras esté viva, mientras siga respirando, tengo que seguir albergando la esperanza," dice Betancourt en la carta que es parte de unas pruebas de supervivencia que fueron confiscadas por el Ejército colombiano a la guerrilla.

"Ya no tengo las mismas fuerzas, ya me cuesta mucho trabajo seguir creyendo, pero quería que sientan que lo que han hecho por nosotros marca la diferencia," agregó la política franco-colombiana, próxima a cumplir 46 años.

Betancourt fue secuestrada en febrero del 2002 por las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) y es parte de un grupo de 49 rehenes que la guerrilla busca intercambiar por unos 500 rebeldes encarcelados.

Además de la carta, el Ejército colombiano confiscó cinco videos en los que aparecen 16 de los rehenes.

Pero la imagen demacrada de la ex candidata presidencial sentada en medio de la jungla en una rústica silla de madera, con las manos juntas sobre las piernas, el cabello largo por delante y su mirada hacia el piso, se convirtió en un símbolo del drama del secuestro.

"Estoy mal físicamente. No he vuelto a comer, el apetito se me bloqueó, el pelo se me cae en grandes cantidades," relata Betancourt en su carta dirigida a su madre Yolanda Pulecio y publicada parcialmente por la prensa colombiana.

"No tengo ganas de nada porque aquí en esta selva la única respuesta a todo es 'no'. Es mejor, entonces, no querer nada para quedar libre al menos de deseos. Hace 3 años estoy pidiendo un diccionario enciclopédico para leer algo, aprender algo, mantener la curiosidad intelectual viva. Sigo esperando que al menos por compasión me faciliten uno, pero es mejor no pensar en eso," expresó.

LA VIDA NO ES VIDA

La ex candidata presidencial, que se hizo popular por su lucha contra la corrupción desde el Congreso y por repartir en las calles durante sus campañas políticas preservativos y píldoras de viagra, dice que en la selva todo es un milagro, mientras que pide a sus hijos que le envíen por la radio tres mensajes semanales.

"Como te decía, la vida aquí no es vida, es un desperdicio lúgubre de tiempo. Vivo o sobrevivo en una hamaca tendida entre dos palos, cubierta con un mosquitero y con una carpa encima, que oficia de techo, con lo cual puedo pensar que tengo una casa," narra la política en su carta.

"Aquí nada es propio, nada dura, la incertidumbre y la precariedad son la única constante. En cualquier momento dan la orden de empacar y duerme uno en cualquier hueco, tendido en cualquier sitio, como cualquier animal," dice Betancourt, madre de dos hijos adolescentes a los que se refiere en el mensaje.

La rehén narra sus actividades en el cautiverio, sus caminatas en la selva con su pesado equipo personal en la espalda, sus ejercicios matinales para aliviar la tensión y el dolor en el cuello.

Denuncia que la guerrilla la despojó de objetos personales como un pantalón, una carta de su madre y unos dibujos que le habían enviado sus sobrinos.

"Cada día me queda menos de mi misma," dice la ex candidata presidencial al asegurar que su madre, sus hijos, su hermana y sus familiares cercanos son su vida y el oxígeno que mantienen su cabeza fuera del agua y que no la dejan ahogarse en "el olvido, la nada y la desesperanza."

"Todos los días estoy en comunicación con Dios, Jesús, y la Virgen (...) aquí todo tiene dos caras, la alegría viene y luego el dolor. La felicidad es triste. El amor alivia y abre nuevas heridas (...) es vivir y morir de nuevo," sostiene en su conmovedor mensaje.

(Reporte de Luis Jaime Acosta; Editado por Marion Giraldo)

Por que Chávez?



Por que Chávez?
Artigo publicado no jornal O Globo,
no dia 24/11/2007

Cristovam Buarque *
  • El Blog de Cristovam


  • Talvez nenhum outro líder político latino-americano tenha recebido tanta atenção de jornalistas e de políticos brasileiros quanto o presidente Chávez. As análises e críticas são sempre sobre "o que é" e "como age Chávez". Ninguém pergunta "por que Chávez?" - o que levou a Venezuela, depois de 50 anos de democracia, a optar, por meio do voto, eleição após eleição, por um governo com características autocratas. A resposta é simples: Chávez é o produto da insensibilidade da elite e da desmoralização da política.

    Durante os 50 anos de sua democracia, a Venezuela teve dois partidos se sucediam, sem

    nada mudar, exceto o nome do Presidente. Uma falsa alternância do poder. Por todo esse tempo, o país exportou petróleo e teve recursos para financiar o luxo e a sofisticação do consumo de uma minoria rica. Muito pouco foi usado para atender às necessidades da população pobre, ou para investir em um projeto estratégico de desenvolvimento. O resultado foi um país dividido por uma apartação social, o total estranhamento entre incluídos e excluídos, que se vêem como se fossem partes separadas de um mesmo país, e não componentes de uma mesma nação.

    O Brasil se comporta hoje como a Venezuela de anos atrás. A eleição de Lula já foi o resultado da histórica insensibilidade da elite e da desmoralização da política. Ele representava o novo, dizia que o Congresso era composto por 300 picaretas; liderava um partido que era símbolo da luta contra a corrupção e da esperança de uma nova política nacional, que transformaria a sociedade em benefício da emancipação das camadas pobres. É verdade que, no poder, Lula não se comportou como Chávez: em vez de dividir o país, fez uma coesão política entre pobres e ricos. Mas não criou as condições para a unidade social, para a formação de uma nação. Em vez de mudar a sociedade, tomou medidas que acomodaram o povo e os partidos. Adotou uma forma de fazer política idêntica à que antes criticava. A coesão política veio do compromisso com a manutenção do status quo em todas as áreas, e da concessão de programas assistenciais para as camadas pobres.

    O resultado é que o Brasil de hoje é a Venezuela de antes de Chávez, com o agravante da perda da esperança no governo Lula. A democracia vai aos poucos sendo corroída pela desmoralização dos políticos, pela insensibilidade das elites dirigentes, pelo cinismo da comemoração pelos pequenos avanços, pela aceitação de que a corrupção é natural e generalizada. Somos um caldeirão de frustrações fabricando uma alternativa autocrática.

    Apesar de criticar Chávez, o Congresso brasileiro colabora sistematicamente para fabricar o chavismo no Brasil. Com o aumento do salário dos parlamentares, os acordos para salvar colegas condenados pela opinião pública, a mudança de posições que depende de estar no governo ou na oposição, o aumento de impostos repudiado pelos contribuintes, os fracos resultados no enfrentamento dos problemas da população. Nem aqueles que criticam Chávez sentem saudades dos partidos e dos políticos de antes.

    Os juízes passam a idéia de estar mais preocupados com o aumento dos seus salários do que em fazer justiça, e permitem a vergonhosa impunidade dos ricos. Colaboram para formar o desejo popular de um líder autoritário. Na Venezuela, mesmo aqueles que se horrorizam com o controle da justiça afirmam que a justiça anterior não merecia sobreviver.

    A imprensa, apesar de denunciar constantemente a corrupção, se concentra no debate superficial, generaliza a crítica a todo político, desmoraliza a classe política - e junto com ela, a democracia -, ignora propostas alternativas para um Brasil sem apartação. Critica os erros, mas não denuncia as causas.

    É como nas tragédias gregas. Ninguém quer o resultado trágico do autoritarismo. Mas como atores, estamos todos - Congresso, justiça, imprensa - fazendo a nossa parte para que o Brasil seja uma fábrica de autocratas, produtos da insensibilidade da elite e da desmoralização da política.
    * Professor da Universidade de Brasília, Senador pelo PDT / DF.

    Os destruidores de países



    Os destruidores de países
    Los destructores de países


    Como fez Chávez na Venezuela, os presidentes da Bolívia e do Equador rompem a coesão social e arruínam a economia na busca de mais pode Como lo hace Chávez en Venezuela, los presidentes de Bolivia y del Ecuador rompen la cohesión social y a rruinan la economía en la búsqueda de más poder.

    Juan Karita/AP


    Manifestação contra a Constituição de Morales, em Sucre. O escudo foi deixado pela polícia, que abandonou a cidade.



    Os presidentes Hugo Chávez, da Venezuela, Evo Morales, da Bolívia, e Rafael Correa, do Equador, compartilham o projeto de modificar as leis para ampliar o próprio poder, a prática de excluir a oposição de qualquer debate político e a estratégia de inventar inimigos externos para dar a impressão de que só o presidente tem a capacidade de defender os interesses nacionais.

    Nos últimos anos, Chávez tem sido o principal modelo dessa forma de governar. À medida que o projeto populista avança, os três governantes impõem a seus países um perigoso paradoxo. Ao mesmo tempo que abusam dos mecanismos da democracia para destruir o estado de direito, alimentam a instabilidade política que pode destituí-los. O desmanche das instituições democráticas, a condução ideologizada da economia e a promoção do ódio a quem discorda do governo empurram a sociedade para a beira do precipício.

    Na semana passada, Venezuela, Bolívia e Equador tinham os nervos à flor da pele devido à refundação de suas respectivas constituições nacionais, um dos estágios daquilo que Chávez chama de "socialismo do século XXI". O nome pode ser simplesmente traduzido como um projeto de poder vitalício.

    A Bolívia é o mais candente exemplo de uma nação em que o tecido social e a coesão nacional foram levados ao limite da ruptura por um governo aventureiro. Eleito num momento de crise, o presidente Evo Morales decidiu que isolaria seu país numa recriação do império inca, só que desta vez com fundamentos socialistas. Para concretizar a fantasia, iria governar apenas para uma parcela de eleitores preferenciais – os indígenas e os pobres –, e tudo faria para cercear os direitos políticos e econômicos do restante da população, acusada de "oligarquia" e escolhida para bode expiatório das mazelas nacionais.

    Em busca de músculos para instalar a utopia, Morales inventou de convocar uma Assembléia Constituinte em que seus partidários são maioria. No sábado 24, a Constituinte boliviana reuniu-se em um quartel da cidade de Sucre sem a presença da maioria dos deputados da oposição e aprovou às pressas o índice da nova Carta Magna. Essa institui, entre outras novidades, a possibilidade de Morales se reeleger indefinidamente e a expropriação de propriedades privadas que não atendam ao vago conceito de "função social".

    O resultado foi uma explosão de descontentamento. Protestos tomaram as ruas de muitas cidades bolivianas. Revoltados com a atitude de Morales, seis dos nove governadores convocaram uma greve geral em seus departamentos, como são chamados os estados bolivianos. Nem por isso Morales desistiu da idéia de "refundar" o país, expressão que aprendeu com seu mentor, o venezuelano Hugo Chávez.

    Eleito em 1998, Chávez é agora o autocrata de um regime espalhafatoso, sustentado com o lucro do petróleo. Uma de suas primeiras medidas foi aprovar em plebiscito uma Constituição escrita sob medida para lhe dar maior poder. Não contente, escreveu uma nova que será submetida a plebiscito neste domingo, 2. Se aprovada, dará ao coronel mandato vitalício e poder ilimitado. Terá ido longe demais? Nas últimas semanas muitos de seus partidários recusaram-se a aceitar a institucionalização da ditadura e pularam para as fileiras da oposição. Na quinta-feira, 200.000 pessoas marcharam em Caracas pedindo o voto contra a reforma.



    A mesma estratégia foi adotada pelo equatoriano Rafael Correa. Na semana passada, seus partidários na Assembléia Constituinte votaram a dissolução do Congresso Nacional, eleito democraticamente pelos equatorianos. Com exceção do Equador, onde o presidente ainda está em um estágio incipiente de destruição do tecido social do país, na Bolívia e na Venezuela o cenário beira o caos.

    Para Morales a situação é especialmente delicada porque, ao contrário de Chávez, ele não tem petrodólares para subornar adversários e comprar o apoio dos pobres. O sentimento separatista começa a tomar corpo na parte mais rica, produtiva e moderna da Bolívia. Os governadores anunciaram a elaboração de uma carta declarando a autonomia de seus territórios, a ser levada a referendo.

    Tudo indica que se podem repetir cenas confusas como as da semana passada, quando estudantes oposicionistas tomaram delegacias e roubaram as armas da polícia, obrigando as forças de segurança a fugir de Sucre para o departamento vizinho, junto com o governador. O caos era tão grande que sete dezenas de presos que haviam aproveitado a confusão para fugir da cadeia voltaram, voluntariamente, a suas celas.

    O presidente tem até o dia 14 para aprovar sua Constituição, prazo impossível de cumprir. Os artigos precisam ser analisados um a um e receber pelo menos dois terços dos votos para a aprovação. Só então o texto poderia ser submetido a um referendo. "Obviamente, os governadores vão se negar a realizar o referendo", disse a VEJA o cientista político boliviano Carlos Toranzo, da Fundação Friedrich Ebert, de La Paz.

    A revolta dos governadores é basicamente uma manifestação de desespero com a administração ineficiente, caótica e ideologizada de Morales. Depois de nacionalizar as reservas de gás e petróleo no ano passado, apropriando-se de investimentos da Petrobras, o governo não consegue mais atender à demanda doméstica de combustível. Falta diesel para os tratores e caminhões no campo, o que reduzirá a área cultivada em pelo menos 25% neste ano. O ódio ideológico contra os fazendeiros também atrapalha. "Todo produtor rural, brasileiro ou não, é tachado de latifundiário e de oligarca. Só falta a gente ser chamado de criminoso", disse a VEJA o brasileiro Roberto Valle, dono de uma fazenda em Santa Cruz de la Sierra.

    A exportação de gás natural também está em perigo. Para cumprir o contrato que assinou com a Argentina no ano passado, a Bolívia teria de elevar a produção de gás em 75%, até 2010. Neste ano, no entanto, o crescimento será de apenas 2%. "O aumento dos impostos, as medidas autoritárias e a mudança forçada dos contratos com empresas estrangeiras paralisaram os investimentos", diz o engenheiro Pedro Camarota, diretor de negócios da consultoria Gás Energy, do Rio de Janeiro.

    Morales segue a fórmula de colocar a culpa dos problemas do país em um inimigo qualquer, no caso "a elite" ou "a oligarquia". O mesmo faz Rafael Correa, que neste ano expulsou de seu país o representante do Banco Mundial. Na semana passada, em busca de uma polêmica externa às vésperas de um plebiscito de resultado imprevisível, Chávez rompeu relações com Álvaro Uribe, o presidente da Colômbia. Na verdade, o venezuelano tinha metido os pés pelas mãos no papel de mediador de negociações para libertar Ingrid Betancourt. Seqüestrada pelas Farc quando concorria à Presidência da Colômbia, ela está no cativeiro da guerrilha comunista desde 2002. Na quinta-feira passada, um vídeo apreendido pelo Exército colombiano mostrou Ingrid viva, mas magra e abatida.

    viernes, noviembre 30, 2007

    Raúl Gonzales Fabre

    Una opinión de Rául González Fabre sobre la Vsnezuela de Hoy...

    No tres veces No....


    ¡NO! AL BLOQUE “A” Y ¡NO! AL BLOQUE “B”.
    El Gusano de Luz


    Bastó que el Vicepresidente de la República, antiguo Presidente del CNE, quien condujo el proceso de Referendo Revocatorio, las elecciones durante 2005 y las presidenciales del 2006 ― todas plagadas de irregularidades y hasta con sospechas de fraude ― hablara acerca de abrir una averiguación a la Conferencia Episcopal Venezolana (CEV), para que sus títeres del CNE, la mayoría usual de 4 a 1, abrieran la averiguación administrativa en contra de la Institución.

    ¿Cuál fue el “delito” de los obispos?, pronunciarse en contra de la Reforma, llamar a votar y por supuesto, votar para rechazarla, ¿Qué más podían haber dicho? No le importo a la “mayoría usual” del CNE que exista un artículo, en sus propias normas, el 52, que diga que lo que hizo la CEV es expresar su opinión.

    Les bastó la insinuación de Miraflores para correr presurosos a cumplirla. Pues bien, el Gusano de Luz no es una organización política, ni siquiera llegamos a la categoría de ONG y mucho menos formamos parte del llamado Bloque del NO, pero opinamos que esta reforma es un bodrio impresentable y llamamos a rechazarla y aprovechamos nuestra última edición regular antes del domingo 2 de diciembre para llamar a VOTAR NO, dos veces NO, un NO por cada bloque de preguntas, ¡NO! al Bloque A y ¡NO! al bloque B. ¿Será que esperaremos la correspondiente averiguación administrativa? ¡Qué descaro!

    Tengan cuidado se debe marcar No por el Bloque A y No por el Bloque B al mismo tiempo y luego VOTAR...no lo hagan por separado porque así puede haber trampa....

    Está viva Ingrid Betancout


    BOGOTA.- Después de varias semanas de incertidumbre, el Ejército de Colombia logró capturar durante la madrugada de hoy a tres guerrilleros de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) que tenían en su poder pruebas de vida de 17 secuestrados, entre ellos la ex candidata presidencial Ingrid Betancourt.

    El comisionado para la paz, Luis Carlos Restrepo, afirmó que las cartas, videos y fotografías encontradas en poder de los tres rebeldes tienen fechas del 23 y 24 de octubre pasados.

    Según la imagen -presentada en el palacio presidencial-, Betancourt viste pantalón azul y camisa blanca sin mangas. Se encuentra sentada en una improvisada silla y mantiene sus manos cruzadas

    En el video, no se ve a la política hablar y, en cambio, se le nota un semblante muy triste, con la mirada hacia el suelo y su cabello recogido sobre el hombro.

    "Por razones humanitarias, los familiares de las víctimas podrán acudir a la Fiscalía Primera Delegada ante la Dirección Nacional del CTI (Cuerpo Técnico de Investigaciones) para conocer las pruebas", dijo Restrepo al leer un comunicado de prensa.

    "Por supuesto que estas imágenes resultan dolorosas, impactantes y nosotros las entregamos con el anhelo que los familiares que tanto han querido saber de sus seres queridos que están en cautiverio, al menos tengan un alivio", dijo Restrepo al hacer público el video de Betancourt y de otros rehenes.

    El funcionario indicó que el gobierno enviará copia del material incautado a los gobiernos de Francia y Estados Unidos "en razón de la doble ciudadanía de Betancourt y de los tres ciudadanos norteamericanos, quienes aparecen en estos documentos".

    Restrepo detalló además que en los cinco videos, siete cartas y la memoria USB secuestrados aparecen imágenes y escritos de Betancourt, los estadounidenses Mark Goncalves, Kein Stambler, Thomas Howes, el ex senador colombiano Luis Eladio Pérez y varios militares y policías en poder de la guerrilla.

    Este hallazgo de las pruebas se produce una semana después de que el gobierno colombiano ponga fin a las gestiones que desarrollaban como facilitadores de un canje humanitario con las FARC el presidente de Venezuela, Hugo Chávez, y la senadora opositora Piedad Cordoba.

    El acuerdo humanitario con las FARC busca lograr un canje de entre 47 y 50 rehenes, entre ellos Betancourt, tres estadounidenses y varios políticos, militares y policías, y al menos 500 guerrilleros, incluidos dos extraditados a Estados Unidos.

    "Quiero reiterar esta mañana nuestra disposición de buscar con el Gobierno de Francia, con la comunidad nacional e internacional mecanismos para la liberación de los secuestrados, que sean efectivos y que no impliquen protagonismo político del terrorismo," dijo Uribe en un acto público.

    Francia dijo el viernes a través de su Ministerio de Relaciones Exteriores que la mediación de Chávez es cosa del pasado y que, después de las pruebas de vida, se debe avanzar.

    "La mediación de Chávez no se está hablando más," dijo la portavoz de cancillería de Francia, Pascale Andreani.

    "Pienso que puedo decir que hoy la mediación Chávez es una cosa del pasado (...) Déjenos avanzar," precisó.

    La guerrilla, que busca la excarcelación de 500 rebeldes confinados en las prisiones estatales, exige que Uribe retire sus Fuerzas Armadas de una región montañosa de 780 kilómetros cuadrados para que sus delegados se reúnan con los del Gobierno a negociar un acuerdo de intercambio de rehenes.

    Pero el mandatario, quien con el apoyo de Estados Unidos impulsa una agresiva campaña militar contra las FARC, se niega a desmilitarizar la región con el argumento de que los rebeldes buscan sacar ventaja militar de una zona estratégica para el tráfico de drogas y de armas.

    (Reporte de Luis Jaime Acosta; Editado por Silene Ramírez)

    El Diario La Nación de Buenos Aires

    eferéndum en Venezuela: los cambios en la vida cotidiana
    "Chavezlandia", el país donde todo está regulado por Chávez


  • LA NACION


  • El mandatario, figura onmipresente

    CARACAS.- Valmore Gómez es un albañil de 60 años que desde hace dos está desempleado. Dice que desde que llegó Hugo Chávez al poder, hace nueve años, "todo empeoró" para él, y teme lo que pueda pasar después del domingo. "Le van a poder sacar hasta la casa a uno Los únicos que están bien aquí son los que trabajan para el Estado", dice a LA NACION en medio del ruido de las bocinas y los colectivos de la avenida México.

    "Hay que tener cuidado, van a inculcar a los chicos el comunismo y les van a sacar la religión de las escuelas", advierte una coqueta odontóloga que, como muchos de los que critican a Chávez, no quiere dar su nombre.

    A pocos metros de allí, Angel Pérez, un vendedor de artesanías de 45 años, dice lo contrario. "Yo estoy mejor económicamente desde que llegó Chávez. Tenía una hernia de disco y los médicos cubanos que trabajan en Caracas me operaron gratis. Lo que se dice de las expropiaciones es todo mentira", afirma desde su puestito en el paseo Hilton Vargas. "Si la cosa está tan mal como dicen, ¿por qué hay tanta gente comprando autos y celulares?", coincide Teresa Colmenares, una empleada de recursos humanos de 39 años.

    Cuando de Chávez se trata, algunos venezolanos parecen vivir en dos países distintos. Pero, más allá de sus posturas, lo cierto es que la vida diaria de todos ellos cambió profundamente desde que el polémico mandatario llegó al poder, hace nueve años, con su plan de revolución socialista. Y podría cambiar todavía más después del domingo, si Chávez logra imponer su controvertida reforma constitucional, que garantiza una concentración de poder descomunal en sus manos y prevé la intervención del Estado en todos los órdenes de la vida cotidiana de los venezolanos.

    Con Chávez, el país ya cambió de nombre (ahora es la República Bolivariana de Venezuela), cambiará su moneda (en enero entrará en circulación el bolívar fuerte, con tres ceros menos que el actual bolívar) y se prepara para modificar también su hora, por primera vez en 40 años (el próximo 9 de diciembre los venezolanos deberán atrasar media hora sus relojes, en una medida que apunta a que la gente "aproveche el sol de la mañana", según el gobierno). Los venezolanos, además, debieron sumarse a la "cruzada moral" lanzada este año por el mandatario para combatir vicios como el consumo de alcohol e incentivar a la gente a que adopte la mentalidad del "hombre nuevo", un socialista revolucionario alejado de los valores capitalistas.

    Dieta socialista

    Con ese objetivo, Chávez subió los impuestos a las bebidas alcohólicas y al tabaco, y se comprometió a hacer lo mismo con artículos suntuosos, como autos de lujo y obras de arte. La lista de recomendaciones para el "hombre nuevo" es larga e incluye no aderezar los platos con demasiada salsa picante y respetar los límites de velocidad. También sugirió que los padres dejen de comprar muñecas Barbie a sus hijas.

    Y si de proyectos polémicos se trata, el chavismo presentó en septiembre pasado un plan para obligar a los padres a elegir para sus bebes entre una lista de sólo 100 nombres establecidos por el gobierno. En un país en el que abundan los nombres excéntricos (incluidos Hitler, Ronald Reagan e Hiroshima), el proyecto de ley desató una fuerte polémica y, por ahora, fue archivado.

    Otra medida que cambió los hábitos de muchos venezolanos fue el controvertido cierre del popular canal de televisión RCTV, el más antiguo del país, en el que miles de personas siguieron novelas como "Topacio" y "Cristal". Después de acusar al canal de haber apoyado el fugaz golpe de Estado de 2002, Chávez ordenó en mayo pasado no renovarle la concesión, por lo que la señal se transmite ahora sólo por cable.

    Con el cierre de RCTV, además, los venezolanos sólo tienen un canal nacional de noticias que no es oficialista, Globovisión, que Chávez también ha amenazado con cerrar. En los demás canales, estos días es común ver a toda hora los larguísimos discursos de Chávez, en lo que parece una especie de cadena nacional permanente.

    El camino hacia el "socialismo del siglo XXI" incluyó, además, la expropiación de campos, edificios y terrenos, que fueron "tomados" por el gobierno en una campaña que podría acelerarse si se aprobara la reforma chavista. Un ejemplo curioso es un terreno baldío de una hectárea en pleno centro de Caracas que fue expropiado por el gobierno y donde hoy cultiva hortalizas una cooperativa, en una especie de oasis en medio de los edificios de oficinas.

    Sus críticos dicen que, como en muchos otros temas, el de la propiedad privada está planteado en términos ambiguos en la reforma. Se garantiza la protección de la llamada vivienda principal, pero no se especifica si otras propiedades estarán protegidas de las expropiaciones. La propuesta sólo reconoce la propiedad privada sobre "bienes de consumo y uso".

    Según la Cámara Inmobiliaria de Venezuela, en Caracas se dispararon las ventas de propiedades, que crecieron un 17% este año respecto de 2006. Muchas de esas ventas son de propietarios que tienen más de una casa, departamentos en alquiler o terrenos, por temor a que el Estado se los quite.

    La misma ambigüedad aparece en la educación, un área que, según sus críticos, Chávez pretende convertir en un medio de adoctrinamiento. Mientras no se menciona el derecho de los venezolanos a tener una educación privada, se establece que los planes educativos del Estado estarán orientados "a los principios humanísticos del socialismo bolivariano". El proyecto de Chávez también pondría en peligro la libertad religiosa, según advirtió la Iglesia Católica, que dijo que "todo está encaminado hacia una ideología única".

    Según los economistas, también la capacidad de consumo y el empleo están bajo amenaza, ya que la reforma derivará en un fuerte aumento del gasto fiscal, que ya está disparando la inflación a los más altos niveles de América latina. Advierten que también podría empeorar la escasez de productos básicos como leche, huevos y aceite que hay en Venezuela, producto del control de precios y de la restricción a la entrega de dólares a las empresas.

    Pero no todas son malas noticias. En lo que sus críticos califican de "ganchos electorales" para atraer a los votantes, la reforma incluye la reducción de la jornada laboral de ocho a seis horas y el pago de jubilación y vacaciones a los cuentapropistas. Pero la reforma sigue sin convencer a muchos. "La situación está muy difícil", dijo Lilian de Ferro, una comerciante de 58 años que está pensando en dejar el país, después de que sus dos hijas se fueron a Estados Unidos, como muchos otros venezolanos que escapan de lo que ya se ha convertido en una verdadera "Chavezlandia".

    Por Dolores Tereso
    Enviada especial

    MAGIA INTERNACIONAL

    Estimados Amigos,

    Esto es parte de lo que fué el "Magic Show Internacional" realizado del 17 al 21 de Octubre en el Caracas Theater Club, cuya asistencia fué masiva, por lo tanto queremos agradecerles vuestra colaboración y le enviamos parte del Show.

  • PRIMERA PARTE


  • SEGUNDA PARTE
  • Un Show de MAGIA

    Estimados Amigos,

    Esto es parte de lo que fué el "Magic Show Internacional" realizado del 17 al 21 de Octubre en el Caracas Theater Club, cuya asistencia fué masiva, por lo tanto queremos agradecerles vuestra colaboración y le enviamos parte del Show.

  • PRIMERA PARTE


  • SEGUNDA PARTE
  • jueves, noviembre 29, 2007

    Demagogia y más demagogia...



    Y AHORA QUE?...
    El Gusano de Luz

    ¿Una guerrita con Colombia? Pareciera que ese es el curso de locura de este régimen protoautoritario, militarista. Los gorilas Argentinos, cuando estaban en las últimas, con el cuarto lleno de agua, destaparon un conflicto centenario con Inglaterra por las Islas Malvinas. Anastasio Somoza, el asesino nicaragüense, que asolo ese país por décadas, cuando se vio cercado por los sandinistas, resolvió destapar un conflicto con Costa Rica, que no llego a más porque el Gobierno venezolano ―de CAP I― envió los Mirages a proteger al hermano país centroamericano. Aun recordamos a Pinochet, en las postrimerías de su mandato, diciendo a sus vecinos que “no me arrastren el poncho…”.

    Exacerbar el nacionalismo, buscar un enemigo externo, es el recurso al que apelan todos los gobiernos de talante militar y este parece que no es la excepción. Pero se trata, sin duda de una “guerrita” vergonzante, pues mientras el Presidente lanza andanadas de insultos y dicterios, altos funcionarios de su Gobierno llaman a la Cámara Colombo Venezolana y a los empresarios que comercian con el hermano país o que tienen inversiones aquí, para asegurarles ―de parte del Canciller y el Alto Gobierno― que no habrá problemas, que no habrá ninguna repercusión económica y comercial.

    En síntesis, que se trata de meras bravuconadas del inquilino de Miraflores, que esta en desesperada campaña por un referendo que se le escapa de las manos.

    miércoles, noviembre 28, 2007

    El Registro Electoral Permanente



    El Registro Electoral Permanente (REP) ha sido modificado por el Consejo Nacional Electoral (CNE) a su propio antojo para favorecer las elecciones de Hugo Chávez. No sólo se puede hacer fraude electoral con la votación digitalizada (con las máquinas electorales) sino también modificando el registro de votantes (con personas "virtuales", con extranjeros que se les paga para votar, haciendo traslados de votantes, y ahora permitiendo que los jóvenes desde los 16 años puedan votar y antes era desde 18 años). Pues bien, los invito a ver cómo esto repercute en el fraude electotal oyendo la explicación que aparece en el enlace de arriba.

    Además existe algo muy grave en la reforma constitucional que se votará el domingo 2 de diciembre y que ha sido muy poco analizada; ustedes saben que toda ley tiene lo que se llama "la letra chiquita" o sea aquello que no toda persona lee y que esconde una trampa o un cambio rotundo, pues bien en esta reforma existe una disposición transitoria para modificar el artículo 112 sobre la economía del país y esa disposición transitorio no aparece en ninguno de los dos Bloques por lo que votará la gente, esa si es la "letra chiquita " de ese cambio constitucional.

    Allí se establece que mientras tanto no exista una decisión sobre la conducción de la economía el Presidente puede hacer todos los cambios económicos que desee. Esto es tan grave que incluso ni en CUBA que es un país comunista se les ocurrió establecer algo parecido para que Fidel Castro decidiera de esa manera pues los cambios económicos los discute y decide en ese país el llamado Consejo de Estado. Ustedes se imagen una sola persona tomando decisiones económicas sin consulta, o sea: que si se le antoja decidir que la banca sea estatal, que todas las clínicas privadas pasen a ser del Estado, que las Universidades sean estatisadas y socializadas, etc...eso hay que aceptarlo según esa disposición transitoria (por eso Chávez hace unos días dijo conmigo vendrán más de 100 leyes...). Hay papá....esto es lo más grave y la gente no lo conoce porque esa disposición no será objeto de voto y se tiene "escondida".

    martes, noviembre 27, 2007

    El Blog de LutGardo (con buena música)


    En el Blog de Lutgardo hay un TouTube muy bueno de una excelente cantante. Lutgardo es un visitante de este mi blog.

    Y también los Blogs de otros visitantes en este mi blog:

  • El Blog de Cristobal


  • El Blog de GURB


  • El Blog de Lectora
  • Economic growth and public attitudes in Latin America



    SUBJECT: Economic growth and public attitudes in Latin America.

    SIGNIFICANCE: Latin America's strong economic growth in recent years appears to have bred frustration, rather than satisfaction, as expectations have run ahead of the perceived benefits of growth.

    According to a recent survey, Latin Americans are becoming more sceptical about the virtues of a market economy.

    ANALYSIS: Between 2003 and 2006, GDP growth in Latin America averaged 4.5% -- the highest rate for a four-year period in the past 25 years -- and, according to the UN Economic Commission for Latin America and the Caribbean (ECLAC), will reach 5.0% this year and 4.5% in 2008. At the same time, the regional poverty rate dropped to 39.8% in 2005, down from 44.0% in 2002, while extreme poverty fell from 19.4% to 15.4%.

    The positive impact of economic growth on the daily lives of the region's inhabitants is evident in the results of the latest survey carried out in 18 countries by Latinobarometro, a Santiago-based research organisation, which has surveyed public attitudes in Latin America annually since 1995 ( see LATIN AMERICA: Rising expectations challenge democracy - January 9, 2007):

    * According to the survey, 21% consider the economic situation of their country to be good or very good, up from a low of 7% in 2003. More significantly, only 28%, down from 59% in 2003, consider it bad or very bad.
    * Fear of job loss has also dropped sharply and, although unemployment is still identified as the region's most important problem, it is now only just ahead of fear of crime, which has been increasing steadily.
    * The survey found that 89% of Latin Americans have at least one hot meal a day, 90% have a colour television, 77% have a refrigerator and 71% live in a house or flat in which parents have a separate bedroom from their children.

    Expectations. However, the benefits of economic growth, driven mainly by record prices for commodity exports, have not measured up to expectations and, moreover, Latin Americans are dubious as to whether they will do so in the future. On average, they give their current living standards a mark of 5.5 on a scale of 1.0-10.0 but say they feel entitled to a level of 7.1. In a clear sign of the pressure on governments to deliver, they indicate that they expect to reach a level of 6.9 in five years' time. However, only 46% anticipate that their personal economic situation will improve in the next twelve months, a figure that dropped this year for the first time since 2003.

    In some cases, the expectations of Latin Americans are unrealistic. On average, they consider that men should be able to retire at the age of 57 (as compared to an average life expectancy of 70) and women at 52 (life expectancy of 76). These are clearly lower ages than Latin America's economies can afford and are doubly unrealistic in a region where a significant part of the population still lacks social security coverage.

    Income distribution. However, dissatisfaction with the benefits of growth reflects the very real problem of extremely unequal income distribution ( see LATIN AMERICA: Poverty, inequality challenges remain - July 30, 2007):

    * The recent survey found that 75% of the region's inhabitants consider the distribution of wealth to be unfair or very unfair, a figure that has shown little change since the mid-1990s. Only in Venezuela do more than 50% of the population consider it fair or very fair, while this figure drops to 8% in Peru and 6% in Paraguay and even in Chile -- which has achieved exceptional progress in reducing poverty -- reaches only 10%.
    * Asked about the degree of conflict between different social groups, 75% indicated that there is an important degree of conflict between rich and poor, while 72% considered this to be the case between employers and workers.

    Impact on economic attitudes. Latinobarometro found evidence that impatience for a greater share of the benefits of growth is also producing impatience with prevailing economic policies (see LATIN AMERICA: Inequality undermines social cohesion - February 27, 2007):

    1.Support for free-market policies. Only 52% of the region's inhabitants now believe that a market economy is best for their country, down from 59% in 2006 and 66% in 1998, with figures ranging from 74% in Colombia to 34% in Guatemala. This drop is attributed partly to Venezuela's President Hugo Chavez and his criticism of the market model (although 49% of Venezuelans consider it to be the best system).

    The change is even more marked in the case of those who consider a market economy to be the only system through which a country can attain development. This dropped to 47%, down from 63% in 2005, and, in Guatemala, Panama and Venezuela, the drop since 2005 reached 25 percentage points (in the case of Venezuela from 66% to 41%), while in Chile -- widely regarded as one of the region's models of free-market policies -- there was a 21-point drop to 41%. In addition, only 50% of those surveyed considered it fair for a person who is more efficient and reliable to earn more than another person doing the same job less efficiently and reliably. This figure, at 38%, was lowest in Venezuela.

    2. Private enterprise. Although 56% consider that private enterprise is essential for a country's development (down from 64% in 2004), an increasing number of Latin Americans think that basic services, such as electricity, telephones and fuel distribution, should be managed by the state. However, contradictorily, the percentage that considers privatisations to have been beneficial increased slightly (although remaining well below its level in the late 1990s).

    Political attitudes. The results of the 2007 Latinobarometro survey challenge the widespread assumption that sustained economic growth increases confidence in democracy. Support for democracy reached its lowest point of 48% in 2001, when Latin America was suffering the impact of the Asian financial crisis, and had recovered to 58% by last year, but this year dropped to 54%. Similarly, satisfaction with democracy reached 38% last year, up from 25% in 2001 but has since dropped back to 37%.

    Apart from El Salvador and Honduras, the largest drops in support for democracy were seen in Argentina and Chile (now 63% and 46%, respectively) despite the strong economic growth of these two countries:

    * In Chile, this has been attributed partly to the failure of President Michelle Bachelet to deliver on expectations of social change and to the obvious tiredness of the centre-left coalition that has held office since the restoration of democracy in 1990.
    * In Argentina, where presidential elections were held on October 28 -- which typically means at least a temporary boost in support for democracy -- it may reflect a perception of lack of change because President Nestor Kirchner will be succeeded by his wife, Cristina Fernandez

    Uribe Keeps His Enemies Closer

    Uribe Keeps His Enemies Closer

    [Commentary] In Colombia, you silence your detractors by having them work for you
    Carlos Arturo Serrano Gómez
    Published 2007-09-14 12:46 (KST)

    Horacio Serpa made use of the most aggressive TV commercials he could pay for. He presented himself as the ultimate peacemaker, and never missed the chance to speak against his adversary, Alvaro Uribe. In 2002, the Colombian presidential campaign used to be described in the cosmic language of good versus evil. Serpa stopped short of calling Uribe a paramilitary chief in disguise.

    When Uribe won the elections, he surprised everybody by appointing Serpa, his most caustic critic, as his ambassador before the Organization of American States. Serpa, in his turn, surprised everybody by accepting. During the first half of his term, Uribe could boast of having cast his opponent hundreds of miles abroad, where nobody would heed his fatalistic warnings. Worse still, he had to speak well of the Uribe administration for a living.

    Serpa resigned in time to run for presidency again in 2006, but Uribe had already made his point. The nation had been shown how easy it was to buy Serpa's loyalty; as a result, his ideological credibility was undermined, and his political career was, for all practical purposes, ended.

    The tactic of winning enemies for his side has been quite profitable for President Uribe. At the same time that he had Serpa serving as his envoy in Washington, he sent another one of his campaign adversaries, Noemi Sanin, to the embassy in Spain. Shortly after, she began speculating on the possibility of electing Uribe for a second term. The idea gained acceptance, the Congress discussed it fervently, and the Constitution was modified. Uribe still holds his seat. So does Sanin.

    Considering such antecedents, Uribe's recent decision to allow two of the most prominent left-wing figures at the moment, Liberal Party senator Piedad Cordoba and Venezuelan President Hugo Chavez, to act as mediators in the Colombian violence crisis in order to bring about an eventual release of the people held captive by FARC and the recommencement of peace talks, comes as little surprise.

    Our current president has employed an almost purely militaristic approach to the problem of guerrilla groups. During the recent decade, we have heard once and again the opposition parties and some relatives of prisoners argue for the attenuation of military action in favor of a more conciliatory tone. We should, as they claim, negotiate the release of all kidnapped people. FARC claims to be ready to enter such a process as soon as the government sets a demilitarized zone for talks. They often demand huge territories to be cleared of army presence, as was the case during the failed negotiations held under the Pastrana administration. Uribe, however, is adamant in his position that such a concession is out of the question. Both FARC and Uribe acuse each other of lack of willingness to talk. Meanwhile, the prisoners and their families are waiting.

    Cordoba and Chavez are Uribe's political antipodes. While the Venezuelan ruler's opinions and reputation hardly need any detailing (mostly because he already undertakes the task of self-propaganda with little need of help), the Colombian senator is known almost exclusively in our local politics. She is famous here for being a strong critic of the Uribe administration and for having dared advance the issues of oppressed minorities against a heavily conservative establishment. (For example, when she proposed a modest law that would grant some economic rights to homosexual couples, the officialist parties mobilized until they had it repealed at the last minute.)

    Then why did Uribe choose these two as his helpers in this most delicate of topics? One reason is that in this way they'll relieve him of doing the dirty job. It's not like Uribe to negotiate. It's just not his style. He likes to run the nation as if he were still running his family farm: yelling orders and shooting trespassers. The technicalities of dialogue are beyond him. Cordoba and Chavez, for their part, love to talk. Sometimes they talk more than we're ready to put up with. They're both popular left-wing icons whom FARC will happily have lunch with. They seem the perfect choice for a job Uribe doesn't feel like attempting.

    There's also Uribe's well-known custom of shutting up his enemies' mouths by forcing them to sing his tune. While his two new aides are busy working along his policy lines, they won't have much time for, nor anything to gain from, further criticizing his administration. In the case of Cordoba, this appointment has a distinct undertone of, "So you want dialogue, why don't you try it?" She has insisted on the moral superiority of humanitarian solutions to the conflict so many times that Uribe seems to have created for her the unique opportunity to prove herself wrong. As for Chavez, he is now tacitly committed to the uncomfortable responsibility to prove he's really not a clandestine supporter of FARC.

    They, not Uribe, will be accountable for the result of this process. Furthermore, they will be accountable to him, not to the citizens. Moreover, all those who said Uribe was not fond of dialogue will be left with no argument to raise. Our president has cleverly turned the situation into one where he has nothing to lose.

    It was said once that diplomacy was the art of letting others have your way. Alvaro Uribe may not be the best thinker available, but he certainly knows how to shield himself from his opponents. He puts them in a situation where it is no longer safe to be against him.

    Uribe and Chavez Drop the Pretense

    Uribe and Chavez Drop the Pretense

    After years of euphemisms, both presidents show at last their respective cards
    Carlos Arturo Serrano Gómez

    Published 2007-11-27 07:54 (KST)

    This Sunday saw the predictable pose as surprising. After Venezuelan President Hugo Chavez was barred by his Colombian counterpart Alvaro Uribe from having further participation in negotiations with FARC guerrillas on the liberation of over 3,000 captives, ties between the two countries were more strained than ever by a succession of harsh mutual accusations.

    Chavez's role as mediator had ended last week when his telephone communication with Colombian military officers was interpreted as bypassing legitimate diplomatic channels. Upon receiving notice of President Uribe's decision to proceed without his services, Chavez complained in televised appearances that he felt betrayed and outraged. Finally, in his Sunday speech, Chavez let all his bile run free. He froze all relations with Colombia, called Uribe all sorts of epithets from liar to hypocrite and suggested the need for a change of regime in the neighboring nation. A response arrived a few hours later. The Colombian leader denounced Venezuelan foreign policy as imperial expansionism, criticized Chavez for his failure to oppose left-wing terrorism and exposed his ideology as an adulteration of history.

    It had become an unofficial pastime to speculate on how long Uribe and Chavez would refrain from shouting their deep dislike for each other. Now that niceties are over, it is worthwhile to examine both positions and sort out their implications.

    Chavez is right. Uribe never believed in the efficacy of his mediation efforts. The appointment was conceived as a roundabout way to find out whose side he stood for without actually having to ask the question. What the Venezuelan man did not see, while Colombian ministers took turns expressing dissatisfaction with the popularity he was gaining, was that the question being asked was a purely rhetoric one. Uribe would not allow Chavez to run the show. What he wanted was to leave the impression that he had given dialogue with FARC plenty of chances so he could feel justified in continuing the militaristic approach he never abandoned in the first place. This brief exercise with Chavez was merely one of the lost causes he lets run full course down to failure from time to time when he needs to reinforce the point. When Chavez accuses Uribe of sabotaging the negotiations, he's not too far from the truth.

    Uribe, too, is right. Latin America is experiencing the domino effect Cold War analysts dreaded like the plague and spent half a century trying to prevent. Now that the U.S. is looking the other way (namely at the Middle East), socialism at its boldest has seized the chance to spread and has forged ties from Havana to Caracas to La Paz to Quito to Managua. In the process, Chavez has profited from shaping historic memory to his needs. By turning Simon Bolivar into a wholly unrealistic left-wing hero, he has fueled nationalist movements across the continent that result in the election of presidents with as much diplomatic tact, management skill and democratic sense as he has -- i.e. naught. After decades of barely resisting a Communist guerrilla force devoid of scruples, the last thing Colombia needs at this moment is to be swept by the colossal leftist tide that is encroaching upon the region. Uribe's fears that prolonged intervention of Venezuela in the peace process could open the door for a revolution were not without reason.

    What the two of them got wrong, however, was thinking that this was news. From the beginning of their respective -- and repeated -- terms, they have had a hard time concealing their intentions. Uribe still believes open warfare will defeat guerrillas, without realizing that chaos and violence are the nourishment they live on. Chavez is planning his own Soviet Union around a distortion of Bolivarian ideals, even though Karl Marx strongly disapproved of the Venezuelan emancipator. Both Uribe and Chavez are fooling themselves. Now at least they have stopped pretending they can fool each other.
    ©2007 OhmyNews

  • HACER CLICK AQUI
  • El 66% votará por el NO...pero


    Pero habrá fraude electoral como siempre...Es grave el asunto porque el poder electoral es partidario de Chávez...o sea no existe equilibrio de poderes y el poder electoral utiliza el VOTO ELECTRONICO porque se puede MANIPULAR FACILMENTE con personal inescrupuloso!!

    lunes, noviembre 26, 2007

    A los amigos del Brasil: hagan click para oir a ELIS REGINA

    Elis Regina es una excelente interprete brasileña y además del artículo que pueden leer también lo pueden hacer con la mejor música tipo balada pero elaborada en Brasil y al piano Tom Jobim.

    João Gilberto & Tom Jobim y Vinicius de Moraes.
    CLICAR PARA VER E OUVIR tom jo

    El Video de la Dignidad

    Arriba aparece el llamado video de la dignidad...no lo conoces ? Es muy bueno....